🌱 A perda no mundo intrauterino e seu impacto no desenvolvimento humano até a vida adulta


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A perda no mundo intrauterino e seu impacto no desenvolvimento humano até a vida adulta

A vida emocional não começa no nascimento — começa no útero.

Durante a gestação, o feto já é capaz de perceber vibrações, sons, emoções e estados químicos que circulam no corpo da mãe. 

Esse ambiente intrauterino é o primeiro lar psíquico do ser humano. 

E quando há perda, rejeição, medo ou trauma nesse período, isso pode deixar marcas profundas que se estendem por toda a vida.


Separação do Feminino

“Quando a menina aprende que sentir é perigoso, a mulher cresce vestindo silêncios.”


🧠 O que é uma perda intrauterina?

Não estamos falando apenas da perda literal (como a morte de um irmão gêmeo ou tentativa de aborto), mas também de perdas emocionais e simbólicas:

  • A mãe pode estar vivendo luto, rejeição, abandono, violência ou depressão.

  • O feto pode sentir que não é desejado, que não há espaço para ele, ou que o mundo é hostil.

  • Essas experiências são registradas no corpo e no sistema nervoso como memórias pré-verbais.

Segundo a Psicoembriologia Sistêmica, essas vivências moldam o aparelho psíquico do embrião e influenciam diretamente o comportamento, a saúde emocional e até a personalidade na vida adulta.


🌀 Como essa perda afeta o desenvolvimento humano?

👶 Infância

  • Sensação de insegurança sem causa aparente.
  • Dificuldade de vínculo com a mãe ou cuidadores.
  • Medos intensos, ansiedade precoce, hiperatividade ou apatia.

🧒 Adolescência

  • Busca por pertencimento obsessiva ou isolamento profundo.
  • Dificuldade de confiar em si e nos outros.
  • Tendência a repetir padrões de rejeição ou abandono.

🧑 Vida adulta

  • Relações instáveis ou dependentes.
  • Medo de ser visto, medo de não ser suficiente.
  • Doenças psicossomáticas, como fibromialgia, gastrite, enxaqueca crônica.
  • Sensação de “não saber quem sou” ou “não ter lugar no mundo”.


Essas manifestações são formas do corpo e da psique tentarem processar uma dor que não foi nomeada — porque aconteceu antes da linguagem, antes da consciência.


Identificação com o Masculino

“Ela se armou com lógica e força, mas o corpo ainda chorava por acolhimento.”

 

🌸 Caminhos de cura

A boa notícia é que essas perdas podem ser acolhidas e transformadas. A jornada terapêutica pode incluir:

  • Regressão consciente (com segurança e suporte profissional) para acessar memórias intrauterinas.

  • Arteterapia para expressar o que não pode ser dito.
  • Dança e movimento para liberar tensões corporais armazenadas.

  • Rituais simbólicos de acolhimento e renascimento.

  • Trabalho com o corpo e a respiração para reprogramar sensações de pertencimento e segurança.

A reconexão com o corpo é essencial, como destacam Bessel van der Kolk e Gabor Maté: o trauma não é apenas uma lembrança — é uma experiência viva no corpo. E é por meio do corpo que a cura começa.

 


Sucesso e Sistema de Crenças

“O sucesso sem alma é um castelo sem morada — bonito por fora, vazio por dentro.”


🌙 Jornada da Heroína — Etapas Iniciais (Reescrita inspirada nas páginas 13 a 16)

✨ 1. Separação do Feminino

A jornada começa com uma ruptura. A mulher sente que precisa se afastar de aspectos femininos — como a receptividade, a intuição, o cuidado e a vulnerabilidade — para sobreviver ou se afirmar num mundo que valoriza o fazer, o controle e a lógica.

Ela pode ter aprendido que ser sensível é ser fraca. Que cuidar é se anular. Que sentir é perigoso. E então, começa a vestir armaduras: produtividade, perfeição, independência rígida.

🔸 Reflexão guiada:

  • Quais aspectos do feminino você aprendeu a esconder ou rejeitar?
  • Que mensagens você recebeu sobre ser mulher?

🔸 Exercício simbólico:

  • Desenhe dois círculos: um com palavras que representam o feminino rejeitado, outro com palavras que representam o feminino que você deseja recuperar.
  • Observe: há pontes entre eles?

✨ 2. Identificação com o Masculino

A mulher passa a se identificar com valores masculinos — ação, conquista, racionalidade — muitas vezes como forma de proteção ou sobrevivência. Ela busca reconhecimento, sucesso, autonomia. Mas algo começa a faltar.

Essa fase pode trazer realizações externas, mas também um vazio interno. A alma sente saudade de casa.

🔸 Reflexão guiada:

  • Você já sentiu que precisava “ser dura” para ser respeitada?
  • Que partes suas foram deixadas para trás nesse processo?

🔸 Exercício de escrita:

  • Escreva um diálogo entre sua parte que busca sucesso e sua parte que deseja acolhimento.
  • O que elas têm a dizer uma à outra?

✨ 3. A Ferida do Feminino

A mulher começa a perceber que há uma ferida profunda — muitas vezes ancestral — ligada à rejeição do feminino. Pode ser uma dor que vem da infância, da relação com a mãe, da cultura, ou de experiências traumáticas.

Essa ferida pode se manifestar como ansiedade, doenças psicossomáticas, medo de intimidade, sensação de inadequação ou exaustão emocional.

🔸 Reflexão guiada:

  • Onde você sente essa ferida no corpo?
  • Que histórias ela carrega?

🔸 Exercício de arteterapia:

  • Crie uma imagem (desenho, colagem, pintura) que represente sua ferida.
  • Depois, crie uma segunda imagem que represente sua cura.

Despertar Mulheres de Poder e Espiritualidade

“Quando a mulher desperta, ela não grita — ela floresce. E tudo ao redor aprende a respirar.”


✨ 4. O Chamado à Cura

A dor se torna um convite. A mulher começa a buscar cura — não para “consertar” algo, mas para acolher o que foi esquecido. Ela se volta para práticas que nutrem: arte, espiritualidade, escuta, natureza, vínculo.

Ela começa a se perguntar: “Quem sou eu além dos papéis que desempenho?”

🔸 Reflexão guiada:

  • O que te nutre de verdade?
  • Quais práticas te ajudam a se reconectar com sua essência?

🔸 Exercício de reconexão:

  • Escolha uma atividade que você amava na infância (dançar, pintar, brincar, cantar).
  • Pratique por 15 minutos e escreva: “O que essa atividade despertou em mim?”

Essas etapas iniciais da jornada da heroína são profundas e transformadoras. 

Elas não seguem uma linha reta — são espirais que voltam, se aprofundam e se revelam com o tempo. 🌸 

 

https://youtu.be/p_qh_jP74WQ?si=tmzdExQbehn79_y2


A Dádiva Masculina com Ônus

“Ela recebeu poder, mas perdeu o colo. E o corpo começou a pedir volta.”


🌙 Jornada da Heroína — Etapas Interiores (Inspirado nas páginas 13 a 30)

Etapa 1: Separação do Feminino

Explicação:
Nesta fase, a mulher se afasta de aspectos femininos que foram desvalorizados ou feridos — como a intuição, a receptividade, o cuidado com o corpo e a alma. Muitas vezes, ela adota padrões masculinos para sobreviver ou se afirmar no mundo.

Exercício:

  • Escreva uma carta para a sua parte feminina que você deixou de lado.
  • Responda como se fosse ela, dizendo o que sente e o que deseja recuperar.

Etapa 2: Identificação com o Masculino e Rejeição do Feminino

Explicação:
A mulher busca sucesso, reconhecimento e força, mas pode sentir que precisa “abandonar” sua sensibilidade para isso. Surge um conflito interno entre o fazer e o sentir.

Exercício:

  • Liste 5 qualidades que você admira no feminino e 5 no masculino.
  • Reflita: você sente que precisa escolher entre eles? Como seria integrar ambos?

Etapa 3: A Ferida do Feminino

Explicação:
Aqui, a mulher reconhece que foi ferida — por abandono, rejeição, violência, ou pela cultura que desvaloriza o feminino. Essa ferida pode se manifestar como ansiedade, medo, doenças psicossomáticas ou sensação de vazio.

Exercício:

  • Crie uma mandala com cores e formas que representem sua ferida.
  • Escreva ao lado: “O que essa dor quer me ensinar?”

Etapa 4: Jornada em Busca da Cura

Explicação:
A mulher começa a buscar cura — por meio da arte, da espiritualidade, da psicoterapia, da reconexão com o corpo. Ela percebe que não precisa “consertar” nada, mas sim acolher.

Exercício:

  • Escolha uma atividade lúdica (dança, pintura, leitura, brincadeira) e pratique por 20 minutos.
  • Depois, escreva: “Como me senti ao permitir esse espaço de cura?”

 

Inteligência Psíquica, Paz e Busca

“A paz não vem do controle — vem da entrega ao que pulsa dentro.”


Etapa 5: Reconexão com a Mãe Interior

Explicação:
A mulher começa a se tornar sua própria mãe — acolhedora, firme, intuitiva. Ela aprende a se nutrir emocionalmente e a cuidar de si com afeto.

Exercício:

  • Crie um altar com objetos que representem acolhimento, nutrição e proteção.
  • Medite por 5 minutos diante dele, respirando e repetindo: “Eu sou suficiente. Eu me cuido com amor.”


Etapa 6: Despertar da Mulher Selvagem

Explicação:
A mulher reencontra sua essência instintiva, criativa e livre. Ela se reconecta com sua alma, com a natureza, com o prazer de viver. É o retorno à autenticidade.

Exercício:

  • Vá para um lugar ao ar livre e caminhe em silêncio por 15 minutos.
  • Depois, escreva: “O que minha alma quer me lembrar hoje?”


Etapa 7: Integração do Feminino e Masculino

Explicação:
A mulher não precisa mais escolher entre força e sensibilidade. Ela integra os dois polos dentro de si, tornando-se inteira. Essa integração traz paz, clareza e poder pessoal.

Exercício:

  • Desenhe dois círculos: um com símbolos do feminino, outro do masculino.
  • Crie uma ponte entre eles com palavras, cores ou imagens.
  • Escreva: “Como posso viver com equilíbrio entre ação e acolhimento?”

 


Ferida Mãe/Pai e Cura Pública

“A ferida que vem da raiz só se cura quando é vista com olhos de compaixão.”


🌀A imagem redesenhada apresenta a Jornada da Heroína como um círculo de cura.


Reconexão com o Feminino

“Ela voltou a ouvir o corpo, a dançar com a alma, a cuidar da menina que ficou esperando.”


Vamos percorrer esse caminho juntas, como quem embala uma história no colo:

🌸 1. Separação do Feminino

A heroína se afasta da sua essência sensível, intuitiva e acolhedora. Talvez porque o mundo tenha dito que isso não era suficiente. 

É como uma filha que sai de casa achando que precisa ser outra para ser aceita.


🌿 2. Identificação com o Masculino

Ela veste armaduras: produtividade, lógica, controle. Aprende a competir, a se calar, a se endurecer. Mas lá dentro, algo começa a doer.


🌞 3. Sucesso Adota Sistema de Crenças e Cargos

Ela conquista. Recebe títulos, aplausos, cargos. Mas sente que está vivendo um papel — não a própria verdade.


🌧️ 4. A Dádiva Masculina com Ônus

O sucesso cobra caro. Vem com exaustão, solidão, desconexão. A alma começa a sussurrar: “E eu?”


🩹 5. Ferida Mãe/Pai Cura do Público

Ela reconhece feridas antigas — talvez da infância, da gestação, da linhagem. Começa a buscar cura, não só para si, mas para outras mulheres também.


🌕 6. Assistência ao Reconhecimento da Reconexão com o Feminino

Ela reencontra o feminino dentro de si: a intuição, o corpo, o silêncio, o cuidado. É como voltar para casa depois de uma longa viagem.


🧘‍♀️ 7. Inteligência Psique Paz e Busca

Agora, ela busca sentido. Une mente e alma. Aprende a escutar o corpo, a respeitar o tempo, a viver com presença.


🔥 8. Despertar Mulheres de Poder e Espiritualidade

Ela desperta. Não como guerreira solitária, mas como mulher inteira. Inspira outras. Torna-se mãe de si mesma e guardiã da sabedoria.

 

Reconexão com o Feminino

“Ela voltou a ouvir o corpo, a dançar com a alma, a cuidar da menina que ficou esperando.”



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Katia Rumbelsperger 
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Aqui vai uma frase com base na psicanálise, que dialoga com a Jornada da Heroína e o impacto das experiências intrauterinas e familiares:

"O inconsciente é o útero da alma — nele habitam os traumas não ditos, os desejos não vividos e os vínculos que moldam o corpo e o destino."

Essa frase evoca a ideia de que o inconsciente guarda registros profundos desde o início da vida, influenciando a jornada emocional e simbólica da mulher até sua integração plena. 

Se quiser, posso criar outras frases com foco em maternidade psíquica, cura simbólica ou reconexão com o feminino. 







Fecundação: Os primeiros registros da matriz de todos os sentimentos de rejeição ou amor é vivido pelo ser humano, tem sua primeira experiência na FECUNDAÇÃO Por isso é necessário que a gestação seja regada de sentimentos de amor e acolhimento. Esse registro será determinante para que a pessoa apresente em sua vida características e comportamentos para toda sua vida.

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