Dinâmica da Tempestade



O Chamado do Horizonte

Era uma tarde quente quando Ana e Lucas, dois amigos de 15 anos, decidiram explorar o velho celeiro abandonado no fim da vila. O sol começava a se esconder, tingindo o céu de laranja, e uma brisa misteriosa sussurrava entre as árvores. 

Dentro do celeiro, entre tábuas quebradas e teias de aranha, encontraram um baú coberto de poeira. Com o coração acelerado, abriram-no e descobriram um mapa antigo, desenhado à mão, com símbolos estranhos e uma frase escrita em tinta desbotada: "O segredo está onde o vento canta."

Curiosos, decidiram seguir as pistas. Ana, sempre prática, pegou uma lanterna, enquanto Lucas, mais sonhador, guardou o mapa no bolso. O caminho os levou por uma floresta densa, onde o som dos galhos parecia contar histórias antigas. 

De repente, um trovão ecoou, e uma tempestade começou a se formar. Medo e excitação se misturaram em seus peitos. "Vamos voltar?" perguntou Ana, hesitante. "Não, estamos perto", respondeu Lucas, apontando para uma luz fraca à distância.

Chegando ao local marcado no mapa, encontraram uma caverna escondida. Lá dentro, entre estalactites brilhantes, havia um amuleto que pulsava com uma luz suave. Mas, ao tocá-lo, uma voz ecoou: "Vocês escolheram a jornada. 

Agora, decidam seu destino." Antes que pudessem reagir, o chão tremeu, e o amuleto revelou visões de caminhos: um de glória, outro de perigo, e um terceiro envolto em mistério.

Ana e Lucas se entreolharam. "E agora?" perguntou ela. "Agora, nós decidimos juntos", respondeu ele, com um sorriso. A tempestade lá fora parecia esperar pela escolha deles, e o amuleto brilhou mais forte, como se convidasse o próximo passo.

O Chamado do Horizonte - Continuação

Ana e Lucas ficaram paralisados enquanto as visões do amuleto dançavam diante deles. O caminho da glória mostrava os dois liderando a vila para a prosperidade, com o amuleto brilhando como um símbolo de poder. 

O caminho do perigo revelava uma batalha contra sombras escuras que os cercavam, testando sua coragem. Já o caminho do mistério os levava a uma névoa densa, onde ecos de vozes antigas pareciam guiá-los para um destino desconhecido.

A tempestade lá fora rugia mais forte, e gotas de chuva começaram a pingar pela entrada da caverna. "Temos que escolher rápido", disse Ana, segurando a lanterna que tremia em suas mãos. 

Lucas pegou o amuleto, sentindo um calor estranho pulsar contra sua pele. "E se escolhermos errado?" perguntou ele, os olhos arregalados.

De repente, uma rajada de vento soprou pela caverna, trazendo consigo um pedaço de pergaminho rasgado. Ana o apanhou e leu em voz alta: "A decisão não é só sua, mas do coração que bate junto." 

Eles se olharam, entendendo que precisavam decidir juntos. "Vamos pelo mistério", sugeriu Ana. "Pelo menos vamos descobrir algo novo." Lucas assentiu, intrigado pela promessa de aventura.

Com o amuleto em mãos, eles adentraram a névoa. O chão ficou escorregadio, e os ecos se transformaram em sussurros que pareciam conhecer seus nomes. 

De repente, uma figura surgiu da bruma – uma anciã com olhos brilhantes, vestida em mantos esfarrapados. "Vocês trouxeram o amuleto", disse ela, com uma voz que ecoava como trovão. "Mas só os corajosos e unidos podem desvendá-lo. Provarão seu valor?"

Antes que pudessem responder, a caverna se iluminou, revelando três desafios: um rio turbulento a atravessar, um enigma a resolver e uma prova de confiança entre eles. 

A anciã sorriu. "Escolham um, e o destino os guiará." Ana e Lucas trocaram um olhar determinado. A jornada estava apenas começando, e o amuleto pulsava, esperando sua próxima decisão.


O Chamado do Horizonte - Conclusão

Ana e Lucas decidiram enfrentar o desafio do rio turbulento, acreditando que a união seria sua maior força. A anciã entregou-lhes uma corda mágica que brilhava na penumbra e disse: "Confiem um no outro, ou a correnteza os levará." 

Com o coração batendo forte, eles amarraram a corda em suas cinturas e entraram na água gelada. As ondas os puxaram, mas, segurando-se mutuamente, conseguiram atravessar, rindo e ofegantes do outro lado.

A anciã os cumprimentou com um aceno. "Vocês provaram que o verdadeiro poder está na confiança", disse, enquanto o amuleto se transformava em uma pedra comum, mas com um brilho sutil. "Levem isso como lembrança e usem sua coragem para guiar outros." 

A névoa se dissipou, e a tempestade lá fora acalmou, revelando um céu estrelado. Ana e Lucas voltaram para a vila, carregando não só a pedra, mas também a certeza de que, juntos, podiam enfrentar qualquer coisa.

De volta ao celeiro, sentaram-se para descansar. Ana olhou para Lucas e sorriu. "Acho que o mapa nos ensinou mais sobre nós mesmos do que sobre tesouros." Lucas assentiu. "É, e sobre como lidar com medo e alegria juntos." 

A pedra brilhou uma última vez antes de apagar, como se selasse uma lição: as jornadas mais valiosas são aquelas que nos conectam e nos fazem crescer.

Reflexão

Essa aventura mostra que as emoções – medo, coragem, confiança – são parte de quem somos. Como Ana e Lucas, vocês também enfrentam desafios diários. 

Pense: quais emoções guiam suas decisões? E como podem apoiar um amigo, como eles se apoiaram?

Exercício

Pegue um papel e escreva:

  • Uma emoção que você sentiu recentemente (ex.: nervosismo antes de uma prova).

  • Uma situação em que você ajudou ou foi ajudado por alguém.

  • Uma estratégia para lidar com essa emoção no futuro (ex.: respirar fundo, conversar com um amigo). Guarde seu papel como um "mapa pessoal" para lembrar da sua força interior.



Dinâmica: Caçadores de Tempestades

Objetivo

Explorar o tema das tempestades (formação, impactos e segurança) de forma interativa e colaborativa.

Duração

Aproximadamente 1 hora.

Materiais

  • Papéis e canetas

  • Impressões ou desenhos de mapas simples

  • Objetos improvisados (ex.: blocos, bolas ou cordas para representar elementos da tempestade)

  • Quadro ou espaço para anotar ideias

Passos

1. Introdução (10 minutos)

2. Formação das Equipes (5 minutos)

  • Divida os participantes em grupos de 4 a 6 pessoas.

  • Cada equipe será uma "equipe de caçadores de tempestades" com a missão de criar e resolver um desafio relacionado a uma tempestade.

3. Criação do Cenário (15 minutos)

  • Dê a cada grupo um mapa simples e peça para eles inventarem uma tempestade fictícia (ex.: "Tempestade Relâmpago do Sul" ou "Chuva Furiosa do Leste").

  • Eles devem decidir:

    • Onde a tempestade acontece (cidade, floresta, montanha).

    • Quais elementos ela tem (raios, ventos fortes, enchentes).

    • Como afeta as pessoas (ex.: interrupção de energia, evacuação).

  • Use os materiais improvisados para criar uma representação visual da tempestade no mapa.

4. Plano de Ação (15 minutos)

5. Apresentação e Discussão (15 minutos)

  • Cada grupo apresenta seu cenário e plano para os outros (2-3 minutos por equipe).

  • Após cada apresentação, abra para perguntas e sugestões do grupo.

  • Destaque as melhores ideias de segurança e criatividade.

Encerramento (5 minutos)

  • Reflita com o grupo: "O que vocês aprenderam sobre tempestades hoje? Como isso pode ajudar na vida real?"

  • Agradeça a participação e, se possível, dê um pequeno prêmio simbólico (ex.: adesivos ou certificados de "Caçador de Tempestades").



Dinâmica interativa e adequada para adolescentes (meninos e meninas) focada no desenvolvimento da inteligência emocional. A atividade promove autoconhecimento, empatia e habilidades de comunicação.

Dinâmica: "Emoções em Jogo"

Objetivo: Desenvolver a inteligência emocional por meio do reconhecimento, expressão e gestão de emoções, além de fomentar a empatia e o trabalho em equipe.

Duração: Aproximadamente 1 hora.

Materiais:

  • Cartões com nomes de emoções (ex.: alegria, tristeza, raiva, medo, surpresa) – pelo menos 5 por participante.
  • Papéis e canetas.
  • Espaço para movimentação.
  • Música opcional (para criar um ambiente descontraído).

Passos:

  1. Aquecimento (10 minutos):
    • Reúna os adolescentes em círculo e peça para cada um compartilhar rapidamente uma emoção que sentiu hoje e o motivo (ex.: "Fiquei feliz porque ganhei um jogo"). Isso aquece o grupo e os conecta.
    • Explique o conceito de inteligência emocional: reconhecer suas emoções, entender as dos outros e lidar com elas de forma saudável.
  2. Jogo das Emoções (20 minutos):
    • Divida o grupo em duplas ou trios mistos (meninos e meninas).
    • Distribua os cartões de emoções. Cada equipe deve escolher 3 cartões e criar uma pequena cena (1-2 minutos) que represente essas emoções sem usar palavras (apenas gestos e expressões faciais).
    • As outras equipes tentam adivinhar as emoções e discutem como reagiriam em uma situação real com essas emoções.
  3. Reflexão em Grupo (15 minutos):
    • Após as apresentações, reúna todos e pergunte:
      • "Qual emoção foi mais difícil de representar? Por quê?"
      • "Como vocês ajudariam um amigo que estivesse sentindo essa emoção?"
    • Incentive os adolescentes a anotarem uma emoção que querem melhorar (ex.: controlar a raiva) e uma estratégia (ex.: respirar fundo) em um papel.
  4. Atividade Prática (10 minutos):
    • Proponha um desafio: cada participante deve parabenizar ou confortar alguém do grupo com base em uma emoção fictícia (ex.: "Parabéns por vencer o jogo!" ou "Está tudo bem, eu te entendo"). Isso pratica empatia e comunicação positiva.
    • Rotacione para que todos interajam.

Encerramento (5 minutos):

  • Finalize com uma roda de conversa: "O que vocês aprenderam sobre suas emoções hoje? Como podem usar isso na escola ou com amigos?"
  • Reforce a importância de cuidar das emoções e se apoiar mutuamente.

Essa dinâmica é inclusiva, promove interação entre meninos e meninas e pode ser ajustada conforme o tamanho do grupo ou tempo disponível.



Esse teste de autoavaliação periódica sua, do aluno, paciente e do cliente, com acompanhamento individual para interpretar resultados e direcionar estratégias no tratamento.


🌸 Teste de Autoavaliação – Cuidando de Si com Afeto

Este teste não é diagnóstico, mas um convite para você olhar para dentro de si com carinho e honestidade.

Pegue um papel, anote suas respostas de 0 a 5 (0 = nunca; 5 = sempre) e vá percebendo como cada pergunta toca sua vida.


1. Atenção e organização (TDAH)

👉 Você sente dificuldade em manter a atenção em uma tarefa simples, como ler até o fim uma página ou terminar algo que começou?
Nota (0 a 5): _____


2. Medo

👉 Em situações novas ou inesperadas, você sente que o medo toma conta a ponto de paralisar ou atrasar suas decisões?
Nota (0 a 5): _____


3. Solidão

👉 Mesmo rodeada de pessoas, você sente um vazio, como se ninguém realmente a compreendesse?
Nota (0 a 5): _____


 4. Ansiedade

👉 Com frequência, você se pega antecipando problemas ou sofrendo por coisas que ainda nem aconteceram?
Nota (0 a 5): _____


 5. Solitude (o bem-estar de estar consigo mesma)

👉 Quando está sozinha, você consegue sentir paz, criatividade e descanso, em vez de apenas vazio?
Nota (0 a 5): _____


 


🌺 Como interpretar suas respostas

TDAH (atenção e foco)

  • Notas 3 a 5: podem indicar dificuldade de concentração e organização, talvez sinais de TDAH adulto.
  • Caminho: pequenas rotinas, pausas planejadas e apoio terapêutico podem ajudar.

Medo

  • Notas 3 a 5: o medo está sendo um freio em sua vida, talvez ligado a experiências passadas não elaboradas.
  • Caminho: respiração consciente e olhar para a origem desse medo podem liberar sua força interior.

Solidão

  • Notas 3 a 5: há um desejo profundo de conexão e pertencimento que precisa ser acolhido.
  • Caminho: abrir espaço para novos vínculos afetivos e ressignificar relações pode suavizar esse vazio.

Ansiedade

  • Notas 3 a 5: indicam que a mente anda acelerada, trazendo preocupações constantes.
  • Caminho: exercícios de presença (mindfulness, oração, respiração) ajudam a aquietar.

Solitude

  • Notas 0 a 2: pode ser difícil estar sozinha sem sentir falta ou vazio.
  • Notas 3 a 5: sinal de que você já encontrou na solitude um espaço de cura e criatividade.
  • Caminho: transformar o “estar só” em um “estar consigo”, valorizando sua companhia.

🌷 Reflexão final

Cada resposta é como um espelho. Mais do que certo ou errado, é um convite para perceber como corpo, mente e alma dialogam dentro de você. Se você se reconheceu em algumas dificuldades, lembre-se: a idade traz não só memórias, mas também a sabedoria de escolher novos caminhos com mais leveza.


Como Sigmund Freud escreveu:

“O homem é dono do que cala e escravo do que fala.” Essa reflexão nos lembra que, ao olhar para dentro e reconhecer nossos sentimentos e experiências, criamos espaço para a cura e para o autoconhecimento.

 

Na psicanálise, acredita-se que “olhar para dentro é abrir portas para a compreensão do que somos e do que carregamos inconscientemente ao longo da vida”.

Já na psicoterapia, encontramos a ideia de que “o diálogo acolhedor consigo mesmo transforma feridas em aprendizados, permitindo ressignificar dores antigas e reconstruir caminhos”.

Refletindo sobre ambas, percebemos que o autoconhecimento não elimina os sofrimentos, mas oferece ferramentas para navegar por eles com mais consciência e delicadeza.

Muitas vezes, o que evitamos olhar revela justamente os pontos em que mais precisamos de acolhimento e mudança.

O processo terapêutico é, antes de tudo, um convite para se escutar sem julgamentos, compreendendo que nossas reações atuais têm raízes profundas em vivências passadas.

Ao reconhecermos o impacto dessas experiências, abrimos espaço para novas escolhas e atitudes mais leves.

Não é um caminho linear, mas uma construção delicada feita de pequenos passos e grandes descobertas.

Buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem para enfrentar o que está guardado no silêncio.

Cada sessão, cada reflexão, é uma oportunidade de se aproximar da própria verdade e da aceitação.

Assim, psicanálise e psicoterapia se unem no propósito de ampliar o olhar sobre si, promovendo cura e autenticidade.

 

🌸 Teste de Autoavaliação – As Marcas do Trauma e o Caminho da Cura

Inspirado nas reflexões de Bessel van der Kolk em O corpo guarda as marcas (2014), este exercício convida você a olhar com cuidado e carinho para sua própria história.

Não é diagnóstico, mas um espelho para ajudar a compreender como o passado – desde o útero materno – ainda ressoa na vida presente.


Perguntas (0 a 5)

(0 = nunca; 5 = sempre)

1. Origem da vida – segurança intrauterina

👉 Você sente que carrega uma inquietação ou angústia que parece existir desde sempre, como se tivesse nascido já em alerta?
Nota: _____

 

2. Infância – cuidado e vínculos

👉 Quando pensa em sua infância, você recorda momentos de ausência emocional ou falta de proteção que ainda ecoam em sua vida adulta?
Nota: _____

 

3. Juventude – identidade e pertencimento

👉 Em sua adolescência e juventude, você sentiu medo de ser rejeitada ou excluída, influenciando escolhas até hoje?
Nota: _____


4. Vida adulta – autonomia e corpo

👉 Mesmo sendo independente, você percebe em seu corpo tensões ou dores que parecem carregar memórias emocionais antigas?
Nota: _____

 

5. Presente – solitude e sentido

👉 Ao olhar para sua vida hoje, você consegue transformar momentos de solidão em solitude criativa, ou ainda sente o peso de estar só?
Nota: _____


 

🌺 Interpretação das Respostas

De 0 a 2 Indica que esse aspecto não ocupa tanto espaço em sua vida atual. Talvez já tenha encontrado formas de ressignificar sua história.

De 3 a 5 Sugere que esse ponto ainda está vivo em você e pode se manifestar como ansiedade, medo, dificuldade de confiar ou até sintomas físicos. Aqui, o corpo pode estar mostrando aquilo que a mente tentou esquecer.


 

 🌿 Reflexões com base em Van der Kolk

  • Traumas intrauterinos: pesquisas mostram que altos níveis de estresse materno durante a gestação podem influenciar o desenvolvimento do bebê, criando predisposição a ansiedade e hipervigilância.

 

  • Infância e vínculos: falhas na proteção e no cuidado deixam marcas no sistema nervoso, impactando relações futuras.

 

  • Corpo como memória: segundo Van der Kolk, o corpo “guarda” aquilo que a mente não consegue elaborar. Dores, tensões e sintomas somáticos podem ser expressões de traumas antigos.

 

  • Cura possível: práticas de presença (mindfulness, ioga, terapia corporal, psicoterapia integrativa) ajudam a reconstruir a relação consigo mesma, oferecendo ao corpo e à mente novos caminhos de paz.

 

 


Jogo: A Jornada dos Contos Perdidos

Objetivo

Criar uma história coletiva em forma de conto, com reviravoltas e escolhas que levem a diferentes finais, promovendo imaginação e colaboração.

Duração

Aproximadamente 1 hora.

Materiais

  • Papéis e canetas.

  • Dados de 6 lados (ou outro método aleatório, como um aplicativo de rolagem).

  • Cartões com palavras-chave (ex.: "floresta", "tesouro", "monstro", "amuleto", "rio", "vilarejo") – pelo menos 10 diferentes.

  • Espaço para o grupo se reunir.

Passos

1. Introdução (10 minutos)

  • Reúna os adolescentes e explique que eles serão exploradores em busca de "contos perdidos" em um mundo mágico. Cada grupo vai construir uma história com base em escolhas e sorte.

  • Divida o grupo em equipes de 4 a 6 pessoas.

2. Criação do Início (15 minutos)

  • Cada equipe tira 3 cartões com palavras-chave (sem mostrar aos outros).

  • Eles devem criar o início do conto, incorporando as palavras-chave em uma introdução (ex.: "Num vilarejo às margens de um rio, um grupo de amigos encontrou um amuleto misterioso..."). Anote a introdução em um papel.

  • Use um dado: role-o para determinar o gênero da história (1-2: aventura, 3-4: fantasia, 5-6: mistério).

3. Desenvolvimento com Escolhas (20 minutos)

  • Cada equipe continua a história, decidindo coletivamente um evento importante (ex.: enfrentar um monstro, descobrir um tesouro).

  • Role o dado novamente:

    • 1-2: Um obstáculo aparece (ex.: tempestade, traição).

    • 3-4: Uma ajuda surge (ex.: aliado, mapa).

    • 5-6: Uma reviravolta acontece (ex.: o amuleto é amaldiçoado).

  • Anote o progresso e discuta como os personagens reagem emocionalmente (ligando à inteligência emocional).

4. Final Alternativo (10 minutos)

  • Cada equipe decide um final para o conto (ex.: vitória heroica, fuga dramática, mistério não resolvido).

  • Role o dado uma última vez para adicionar um toque final:

    • 1-2: Final feliz.

    • 3-4: Final ambíguo.

    • 5-6: Final surpreendente.

  • Apresente o conto completo em 1-2 minutos.

Encerramento (5 minutos)

  • Todas as equipes compartilham seus contos brevemente.

  • Pergunte: "Qual foi o momento mais criativo da sua história? Como os personagens lidaram com as emoções?"

  • Agradeça e, se possível, vote no conto mais emocionante ou criativo.


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Katia Rumbelsperger 
http://lattes.cnpq.br/5509934110112197em constante atualização 

CRPA - 07909/09-RJ 
ARQH-k-60518-RJ
CNPJ – 14.032.217/0001-98 




Fecundação: Os primeiros registros da matriz de todos os sentimentos de rejeição ou amor é vivido pelo ser humano, tem sua primeira experiência na FECUNDAÇÃO Por isso é necessário que a gestação seja regada de sentimentos de amor e acolhimento. Esse registro será determinante para que a pessoa apresente em sua vida características e comportamentos para toda sua vida.

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