Saúde mental + Exercícios práticos





Brasil é o 4º país mais estressado do mundo com 42% da população relatando esse sentimento

Mais da metade dos brasileiros acreditam que a saúde mental é o maior problema de saúde do país


Janeiro Branco é uma campanha nacional brasileira, iniciada em 2014, que dedica o mês de janeiro à promoção da saúde mental e emocional, aproveitando o início do ano para refletir e planejar o bem-estar psicológico, combatendo estigmas e incentivando a busca por ajuda, com a cor branca simbolizando "folhas em branco" para escrever novas histórias de autocuidado. 
Significado e Objetivos:
  • Conscientização: Chamar a atenção para a importância de cuidar da mente tanto quanto do corpo, prevenindo transtornos como ansiedade e depressão.
  • Renovação: Usar o simbolismo de janeiro para novas metas e um recomeço, focado na saúde mental e emocional.
  • Desestigmatização: Encorajar o diálogo aberto sobre saúde mental e reduzir o preconceito.
  • Ação: Incentivar indivíduos, famílias e instituições a adotarem práticas de bem-estar e buscarem apoio profissional. 
Símbolo:
  • A cor branca representa uma folha ou tela em branco, simbolizando a oportunidade de escrever uma nova história, projetar desejos e concretizar uma vida mais saudável para a mente. 
Contexto:
  • Criada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, a campanha ganhou força e é reconhecida por lei federal, seguindo o modelo de outras campanhas como Outubro Rosa e Novembro Azul. 
Em resumo, Janeiro Branco é um chamado para colocar a saúde mental em primeiro plano, criando uma cultura de autocuidado e apoio mútuo no início de cada ano. 


Saúde mental

Saúde mental é um estado de bem-estar mental que permite que as pessoas lidem com os momentos estressantes da vida, desenvolvam todas as suas habilidades, sejam capazes de aprender e trabalhar adequadamente e contribuam para a melhoria de sua comunidade.

É uma parte fundamental da saúde e do bem-estar que sustenta nossas habilidades individuais e coletivas de tomar decisões, estabelecer relacionamentos e moldar o mundo em que vivemos.

 

A saúde mental também é um direito humano fundamental.

E um elemento essencial para o desenvolvimento pessoal, comunitário e socioeconômico.

Saúde mental é mais do que apenas a ausência de transtornos mentais.

Ela ocorre em um processo complexo, que cada pessoa vivencia de uma maneira diferente, com graus variados de dificuldade e sofrimento, e resultados sociais e clínicos que podem ser muito diferentes.

As condições de saúde mental incluem transtornos mentais e deficiências psicossociais, bem como outros estados mentais associados a um alto nível de sofrimento, incapacidade funcional ou risco de comportamento autodestrutivo.

Pessoas que sofrem com eles têm maior probabilidade de apresentar níveis mais baixos de bem-estar mental, embora isso não seja necessariamente sempre o caso.

Transtornos mentais e transtornos relacionados a substâncias psicoativas são altamente prevalentes em todo o mundo e são causas importantes de morbidade, incapacidade e mortalidade prematura. 

No entanto, os recursos alocados pelos países para lidar com esse fardo são insuficientes, distribuídos de forma desigual e, às vezes, usados ​​de forma ineficiente.

Juntos, esses fatores levaram a uma lacuna de tratamento que, em muitos países, ultrapassa 70%.

O estigma, a exclusão social e a discriminação que cercam pessoas com transtornos mentais agravam a situação.

 

Principais fatos

  • Os transtornos mentais aumentam o risco de outras doenças e contribuem para lesões não intencionais e intencionais.
  • A depressão continua a ocupar a primeira posição entre os transtornos mentais mais diagnosticados, e é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Entre 10 e 15% das mulheres nos países industrializados e 20 a 40% das mulheres nos países em desenvolvimento sofrem de depressão durante a gravidez ou o período pós-parto.

 

  • Transtornos mentais e neurológicos em idosos, como a doença de Alzheimer, outras demências e depressão, contribuem significativamente para a carga de doenças não transmissíveis. Nas Américas, o predomínio de demência em idosos (acima de 60 anos) varia de 6,46% a 8,48%. As projeções indicam que o número de pessoas com esse transtorno dobrará a cada 20 anos.

 

  • Para transtornos afetivos, de ansiedade e por uso de substâncias, graves e moderados em adultos, a diferença mediana entre pessoas com os diagnósticos e o acesso ao tratamento é de 73,5% na Região das Américas, 47,2% na América do Norte e 77,9% na América Latina e Caribe (ALC). A diferença para esquizofrenia na ALC é de 56,9%, para depressão é de 73,9% e para álcool é de 85,1%.

 

  • A despesa pública média em saúde mental em toda a Região é de apenas 2,0% do orçamento da saúde, e mais de 60% desse dinheiro vai para hospitais psiquiátricos.

Folha informativa

Mundialmente, o gasto médio com serviços de saúde mental é de 2,8% do gasto total destinado a saúde. Os países de baixa renda gastam cerca de 0,5% de seu orçamento de saúde em serviços de saúde mental, e os países de alta renda 5,1%.

Na Região das Américas, os gastos variam de 0,2% na Bolívia a 8,6% relatados pelo Suriname.

Existe uma correlação linear direta significativa entre a renda nacional e o gasto público destinado a saúde mental como proporção do orçamento total da saúde.

A OMS recomenda que a alocação dos gastos em saúde seja proporcional à carga dos problemas de saúde mental e que haja paridade entre os aspectos físicos e mentais dos cuidados de saúde.

Em termos práticos, isto significa que os serviços de cuidados de saúde física e mental devem ser prestados de forma integrada e que a porcentagem da despesa atribuída aos serviços de saúde mental deve ser proporcional à porcentagem da sua carga atribuível.

Resposta da OPAS

Em 2013, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou o Plano de Ação Global sobre Saúde Mental 2013-2020.

Em nível regional, decidiu-se revisar o Plano de Ação em Saúde Mental, adotado em 2009, para atualizá-lo e alinhá-lo ao Plano Estratégico da OPAS e ao Plano de Ação Integral em Saúde Mental da OMS.

O Programa de Saúde Mental promove, coordena e implementa atividades de cooperação técnica que visam fortalecer as capacidades nacionais para desenvolver políticas, planos, programas e serviços, contribuindo para a promoção da saúde mental, redução da carga de problemas de saúde mental, prevenção de desabilidades e desenvolvimento da reabilitação.

Atualmente, a maioria ou quase todos os países da América Latina e do Caribe estão recebendo alguma forma de cooperação técnica em saúde mental da OPAS/OMS, seja em projetos específicos e de forma sistemática ou pontual em resposta a exigências específicas dos governos.

 

Mandatos e estratégias

 

 

 

3 Setembro 2025 Saúde

Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes; mulheres são as mais afetadas; em países de baixa renda, menos de 10% dos que precisam, recebem atendimento; índice em países de alta renda está acima dos 50%.

Dados da Organização Mundial da Saúde, OMS, revelam que mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais.

Houve uma alta ligeira, mas significativa, em relação à última recolha em 2000.

Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes, segundo a informação divulgada na terça-feira, em Genebra.

Menos de 10% dos afetados em países de baixa renda recebem atendimento para o tipo de questões, em comparação com mais de metade em nações de alta renda.

Prevalência de transtornos mentais

Os relatórios “Saúde Mental Mundial Hoje” e “Atlas da Saúde Mental 2024” ressaltam o aumento da prevalência de transtornos mentais em todos os países e comunidades afetando pessoas de todas as faixas etárias e rendimentos.

O custo indireto da depressão e da ansiedade à economia global é de cerca de US$ 1 trilhão por ano.

Gasto médio do governo com saúde mental permanece em apenas 2% do orçamento total da saúde

© UNICEF/Antti Helin

 

Gasto médio do governo com saúde mental permanece em apenas 2% do orçamento total da saúde

Os autores desses estudos defendem haver alguns sinais de progresso em termos de investimentos e ações de combate ao problema, mas que se requer ainda mais em nível global para ampliar os serviços de saúde mental.

Para o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, transformar os serviços de saúde mental é um dos desafios mais urgentes da saúde pública”.

Por isso, ele crê que investir nesse campo seja investir em pessoas, comunidades e economias sendo que “nenhum país pode se dar ao luxo de negligenciar".

Custos da saúde para as pessoas e famílias

O chefe da agência atribui a cada governo e a cada líder “a responsabilidade de agir com urgência e garantir que os cuidados de saúde mental sejam tratados não como um privilégio, mas como um direito básico de todos.”

Transtornos mentais são a segunda maior causa de incapacidade a longo prazo, depois de problemas na coluna vertebral, e contribuem para a perda de uma vida de qualidade.

O chefe do Departamento de Doenças Crônicas e Saúde Mental da OMS, Mark Van Ommeren, diz que os problemas mentais variam de acordo com o gênero.

As mulheres aparecem como afetadas de forma desproporcional.

O especialista disse que numa realidade em que “a depressão e a ansiedade são, de longe, as condições de saúde mental mais comuns, e frequentes entre as mulheres, o panorama geral é que elas têm mais problemas de saúde mental”.

Custo indireto da depressão e da ansiedade à economia global é de cerca de US$ 1 trilhão por ano

OMS/Julie Pudlowski

 

Custo indireto da depressão e da ansiedade à economia global é de cerca de US$ 1 trilhão por ano

No grupo predominam casos de ansiedade, depressão e transtornos mentais.

Já casos de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade e o uso de substâncias são mais comuns entre os homens.

Mortes por suicídio

Em 2021, houve 727 mil suicídios, segundo a OMS. O problema tornou-se uma das principais causas de morte entre jovens em todos os países e contextos socioeconômicos.

Mesmo com a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS, de reduzir as mortes por suicídio em um terço antes de 2030, na trajetória atual, é provável uma redução de apenas 12% seja alcançada até esse prazo.

O gasto médio do governo com saúde mental permanece em apenas 2% do orçamento total da saúde. Um quadro que existe desde 2017 e que não foi alterado nem mesmo após a pandemia.

Há ainda uma grande disparidade de gastos para lidar com o tipo de questões.

Nos países de alta renda investe-se cerca de US$ 65 por pessoa na saúde mental. Já nas economias de baixa rendimento, o gasto médio é de US$ 0,04.




O novo relatório global World Mental Health Day 2024 traz percepções e desafios relacionados aos sistemas de saúde do mundo. 

A Saúde Mental, que tem o seu dia mundialmente comemorado em 10 de outubro, segue sendo a maior preocupação de saúde no mundo.

Em média global, 45% das pessoas entrevistadas nas nações pesquisadas consideram este tema como o maior problema de saúde em seus países.

Esse número era de 27% em 2018.

A crescente conscientização e preocupação com o bem-estar mental tem reforçado e impactado nesses resultados.

Globalmente, a maioria das pessoas tem se sentido estressada.

Mais de três em cada cinco pessoas (62%), em média, em 31 países, afirmam ter se sentido tão estressadas que isso impactou sua vida diária pelo menos uma vez.

Quando questionados sobre “qual o maior problema de saúde enfrentado pelas pessoas em seu país hoje”, a saúde mental foi o maior problema relatado no Chile com 69%, seguido da Suécia (68%) e Austrália, com 60%.

Por mais que não esteja no pódio, o Brasil é o nono país da lista com 54% que concordam com essa afirmação.

Os países que menos concordam são o México (25%), Índia (26%) e Japão (28%).

Cenário brasileiro

Os brasileiros que participaram da pesquisa indicaram a Saúde Mental como principal problema de saúde enfrentado no país. 

Nos últimos anos, o índice de preocupação com saúde mental aumentou.

Apenas 18% citavam a saúde mental como o principal problema, em 2018.

O salto aconteceu durante a pandemia, quando o tema foi o mais citado por 40% dos entrevistados em 2021, 49% em 2022 e 52% no ano passado, atingindo um novo pico agora em 2024, com 54%.


Além disso, os brasileiros estão cada vez mais cientes do aumento do estresse como um problema significativo.

Por isso, cerca de 77% da população já refletiu sobre a importância de cuidar da saúde mental, um percentual bastante expressivo.

Geração Z feminina enfrenta mais estresse

A pesquisa também revelou que 46% das mulheres da geração Z enfrentam impactos significativos em sua rotina devido ao estresse.

Em contraste, apenas 33% dos homens dessa mesma geração relataram sentir os efeitos do estresse em suas rotinas.

Essa diferença sugere que as mulheres podem estar lidando com pressões sociais e emocionais de maneira mais intensa, refletindo padrões de comportamento e expectativas de gênero que ainda persistem.

Pelo contrário, a geração "Baby Boomer", nascida entre 1945 e 1964, apresenta números significativamente menores, com apenas 25% das mulheres e 19% dos homens relatando impactos do estresse em sua rotina.

Isso indica que as doenças mentais e os desafios relacionados ao estresse afetam de maneira mais intensa as gerações mais jovens, como a geração Z.

Os sistemas de saúde parecem priorizar questões físicas

O público acredita que a ênfase pelos profissionais de saúde continua no corpo físico.

41% dizem que a saúde física é tratada como mais importante do que a saúde mental pelo sistema de saúde atual de seu país, 13% dizem que a saúde mental é tratada como mais importante e 31% dizem que ambas são tratadas igualmente.

A pesquisa foi conduzida entre 26 de julho e 09 de agosto de 2024 com a participação de 23.667 adultos entre 18 e 74 anos de 31 países.

Para países como Brasil, Chile, Colômbia e outros, a amostra representou uma parcela mais urbana e conectada da população.

A margem de erro foi calculada com base no intervalo de credibilidade da Ipsos, com uma precisão de +/-3,5 pontos percentuais para amostras de 1.000 e +/-5,0 pontos percentuais para amostras de 500.
  



As demarcações de gerações são baseadas em contextos históricos e culturais, e, embora possam variar ligeiramente dependendo da fonte, um consenso comum é usado por sociólogos e pesquisadores. As idades abaixo são aproximadas para o ano de 2025

Classificação e Idades das Gerações

Geração 

Período de Nascimento

Idade Média em 2025

Baby Boomers

1946–1964

61 a 79 anos

Geração X

1965–1980

45 a 60 anos

Geração Y (Millennials)

1981–1996

29 a 44 anos

Geração Z

1997–2012

13 a 28 anos

Geração Alpha

2013–meados dos 2020s

0 a 12 anos

Geração Beta

Meados dos 2020s em diante

Nascendo

Detalhes sobre cada geração

  • Baby Boomers: Nascidos no período pós-Segunda Guerra Mundial, marcado por um "boom" na taxa de natalidade e otimismo econômico. Valorizam a estabilidade e o trabalho a longo prazo.
  • Geração X: Conhecidos como a geração "chave na porta" (cresceram muitas vezes sem supervisão direta dos pais que trabalhavam fora), são vistos como adaptáveis e o elo entre o analógico e o digital.
  • Geração Y (Millennials): A primeira geração a crescer com a internet e a tecnologia digital. Têm foco em propósito no trabalho e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
  • Geração Z: Nativos digitais, cresceram com acesso ubíquo à informação e mídias sociais. São pragmáticos e valorizam a diversidade e a autenticidade.
  • Geração Alpha: Filhos, em sua maioria, dos Millennials. Serão a geração mais conectada e tecnologicamente integrada até o momento.
  • Geração Beta: A geração mais recente, que está começando a nascer a partir de 2025. 

Mitos e verdades sobre saúde mental, inteligência emocional e desenvolvimento humano revelam pensamentos comuns que podem atrapalhar o cuidado preventivo e o aprendizado contínuo nessas áreas. 

Esses equívocos frequentemente surgem de estigmas culturais, mas fontes especializadas em psicologia desmentem-nos com evidências práticas. 

A seguir, organize os principais por tema.

Saúde Mental

  • Mito: Saúde mental só precisa de atenção em crises graves. Verdade: O cuidado é preventivo e diário, como autocuidado para evitar o esgotamento.

  • Mito: Pedir ajuda psicológica indica fraqueza. Verdade: Buscar terapia demonstra força e autoconsciência, útil para todos, não só transtornos graves.

  • Mito: Autocuidado é egoísmo. Verdade: Priorizar necessidades emocionais, melhorar o desempenho e relacionamentos.

Inteligência Emocional

  • Mito: Significa reprimir ou ignorar emoções negativas. Verdade: Envolver confiança, avaliar e gerenciar emoções como oportunidades de aprendizado.

  • Mito: É inata e não pode ser desenvolvido. Verdade: Pode ser cultivado com práticas como mindfulness e feedback contínuo.

  • Mito: Exige ser sempre positivo ou emotivo excessivo. Verdade: Trata-se de resiliência para lidar com adversidades sem descontrole.

Desenvolvimento Humano

  • Mito: O cérebro está totalmente formado aos 18 anos. Verdade: Continua se desenvolvendo na idade adulta, especialmente o córtex pré-frontal para decisões.

  • Mito: Aprendizagem depende de novas células cerebrais. Verdade: Ocorre por mudanças nas conexões entre células existentes.

  • Mito: Cérebros de meninos e meninas são anatomicamente diferentes. Verdade: Não há diferenças inatas; variações vêm de experiências e aprendizados.



Exercícios práticos ajudam a desenvolver inteligência emocional por meio de autoconsciência, regulação emocional, motivação, empatia e habilidades sociais. 

Essas práticas, baseadas em abordagens como as de Daniel Goleman, podem ser incorporadas à rotina diária para resultados visíveis nas semanas. 

Elas são ideais para psicoeducadores criando conteúdo para pais e educadores.

Autoconsciência

  • Mantenha um diário emocional: anote três emoções do dia, gatilhos e respostas, refletindo padrões para maior clareza emocional.

  • Use uma roda das emoções: identifique sentimentos precisos em uma escala visual, expandindo o vocabulário afetivo.

Regulação Emocional

  • Pratique mindfulness diário: respire por 5 minutos focando no presente, notando pensamentos sem julgamento para reduzir o estresse.

  • Desafio de autorregulação: em situações tensas, pausar, respirar fundo e escolher uma resposta calma em vez de reativa.

Empatia e Habilidades Sociais

  • Exercício de perspectiva: em conversas, pergunte "Como a outra pessoa se sente?" e valide emoções com escuta ativa.

  • Feedback construtivo: peça a colegas opiniões sobre sua gestão emocional e ajuste com base nelas.

 

Forças e Fraquezas

 

Data:_____________

 

As minhas 10 principais forças:

1

6

2

7

3

8

4

9

5

10

 

As minhas 10 principais fraquezas

1

6

2

7

3

8

4

9

5

10

 

Umas das minhas fraquezas que agora é força:

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

Uma fraqueza que gostaria de transformar em força é:

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

  

 

Exercício prático NR1 para profissionais: Matriz de Identificação de Riscos Psicossociais.

Com base no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) da NR-1, este exercício capacita equipes a mapear e mitigar riscos mentais como estresse e burnout, obrigatório desde 2025.

Passo a Passo

  1. Identificação (15 min): Liste perigos no ambiente (ex.: prazos apertados, sobrecarga). Use o brainstorming em grupo.
  2. Avaliação (20 min): Classifique probabilidade (baixa/média/alta) e gravidade (leve/grave/crítica). Calcular risco: Probabilidade x Gravidade.
  3. Matriz (10 min): Preencha tabela simples:

Risco

Probabilidade

Gravidade

Nível

Medida

Sobrecarga

Alta

Cova

Alto

Rotação de tarefas

Conflitos

Mídia

Mídia

Médio

Treinamento empatia

  1. Plano de Ação (15 min): Defina responsáveis, prazos e monitoramento (ex.: auditorias mensais).
  2. Aplicação: Integra ao PGR da empresa; repita trimestralmente.

Ideal para psicoeducadores treinarem educadores, promovendo conformidade NR-1 e bem-estar.

PGR significa "Programa de Gerenciamento de Riscos". Trata-se de um conjunto de medidas e procedimentos adotados pelas empresas para identificar, avaliar e controlar riscos ocupacionais, visando garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores.

O PGR é obrigatório segundo a Norma Regulamentadora NR-1 e deve ser atualizado periodicamente para assegurar sua efetividade.

 

Exercício de Autoavaliação: PGR e NR-1

Este exercício tem como objetivo promover a reflexão sobre a implementação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e a conformidade com a Norma Regulamentadora NR-1 no seu ambiente de trabalho.

Responda às questões abaixo com sinceridade e utilize suas respostas para identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria.

1.   Você conhece os principais riscos ocupacionais presentes na sua função? Cite pelo menos três exemplos.

2.  A empresa possui um PGR atualizado e de fácil acesso para consulta dos colaboradores? Onde ele está disponível?

3.   Com que frequência você participa de treinamentos relacionados à NR-1 e à prevenção de riscos?

4.   Quais medidas de controle de riscos são adotadas em sua rotina? Elas são suficientes?

5.   Você sente que sua saúde e segurança são prioridades para a empresa? Justifique sua resposta.

 

6.   O PGR é revisado e comunicado aos trabalhadores periodicamente? Como isso acontece?

 

7.   Em caso de identificação de novos riscos ou situações inseguras, você sabe qual procedimento seguir?

 

8.   Quais sugestões você daria para aprimorar a gestão dos riscos e o cumprimento da NR-1 em sua área?

 

Após responder, compartilhe suas respostas com seu gestor ou equipe de segurança do trabalho para fomentar melhorias e fortalecer a cultura de prevenção na empresa.

 

Exercício de Autoavaliação: Saúde Mental e Emocional no Trabalho (NR-1 e PGR)

Avalie cada afirmação abaixo de 0 a 5, sendo

0 = Discordo totalmente e

5 = Concordo totalmente.

Reflita com sinceridade sobre sua vivência, considerando aspectos de autoconhecimento e autoresponsabilidade.

Ao final, identifique pontos fortes e oportunidades de melhoria em relação à sua saúde mental e emocional no contexto de trabalho.

 

1.   Consigo reconhecer meus principais fatores de estresse no ambiente de trabalho.

0 1 2 3 4 5

 

2.   Sei identificar quando minha saúde mental e emocional está sendo impactada negativamente pelo trabalho.

0 1 2 3 4 5

 

3.   Tenho clareza sobre os canais e procedimentos para buscar apoio ou relatar situações de risco psicossocial na empresa.

0 1 2 3 4 5

 

4.   Participo ativamente de ações e treinamentos voltados à prevenção de riscos ocupacionais (NR-1/PGR), incluindo temas de saúde mental.

0 1 2 3 4 5

 

5.   Sinto-me responsável pelo cuidado com minha saúde mental e adoto medidas de autocuidado no dia a dia.

0 1 2 3 4 5

 

6.   Percebo abertura da empresa para discutir questões emocionais e propor melhorias no ambiente de trabalho.

0 1 2 3 4 5

Reflexão: Após pontuar cada item, some sua pontuação total.

Pontuações mais altas indicam maior autoconhecimento, autoresponsabilidade e alinhamento às diretrizes de saúde mental previstas na NR-1 e no PGR.

Reflita sobre itens com notas baixas: Quais ações você pode tomar para evoluir?

Compartilhe suas percepções com seu gestor ou equipe de segurança do trabalho para fortalecer a cultura de prevenção e cuidado coletivo.

 









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Katia Rumbelsperger 
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Fecundação: Os primeiros registros da matriz de todos os sentimentos de rejeição ou amor é vivido pelo ser humano, tem sua primeira experiência na FECUNDAÇÃO.
Por isso é necessário que a gestação seja regada de sentimentos de amor e acolhimento. Esse registro será determinante para que a pessoa apresente em sua vida características e comportamentos para toda sua vida.

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