Saúde mental + Exercícios práticos
Brasil é o 4º país mais estressado do mundo com 42% da população relatando esse sentimento
- Conscientização: Chamar a atenção para a importância de cuidar da mente tanto quanto do corpo, prevenindo transtornos como ansiedade e depressão.
- Renovação: Usar o simbolismo de janeiro para novas metas e um recomeço, focado na saúde mental e emocional.
- Desestigmatização: Encorajar o diálogo aberto sobre saúde mental e reduzir o preconceito.
- Ação: Incentivar indivíduos, famílias e instituições a adotarem práticas de bem-estar e buscarem apoio profissional.
- A cor branca representa uma folha ou tela em branco, simbolizando a oportunidade de escrever uma nova história, projetar desejos e concretizar uma vida mais saudável para a mente.
- Criada pelo psicólogo Leonardo Abrahão, a campanha ganhou força e é reconhecida por lei federal, seguindo o modelo de outras campanhas como Outubro Rosa e Novembro Azul.
Saúde mental
Saúde mental é um estado de bem-estar mental que permite
que as pessoas lidem com os momentos estressantes da vida, desenvolvam todas as
suas habilidades, sejam capazes de aprender e trabalhar adequadamente e
contribuam para a melhoria de sua comunidade.
É uma parte fundamental da saúde e do bem-estar que
sustenta nossas habilidades individuais e coletivas de tomar decisões,
estabelecer relacionamentos e moldar o mundo em que vivemos.
A saúde mental também é um direito humano
fundamental.
E um elemento essencial para o desenvolvimento pessoal,
comunitário e socioeconômico.
Saúde mental é mais do que apenas a ausência de
transtornos mentais.
Ela ocorre em um processo complexo, que cada pessoa
vivencia de uma maneira diferente, com graus variados de dificuldade e
sofrimento, e resultados sociais e clínicos que podem ser muito diferentes.
As condições de saúde mental incluem transtornos mentais
e deficiências psicossociais, bem como outros estados mentais associados a um
alto nível de sofrimento, incapacidade funcional ou risco de comportamento
autodestrutivo.
Pessoas que sofrem com eles têm maior probabilidade de
apresentar níveis mais baixos de bem-estar mental, embora isso não seja
necessariamente sempre o caso.
Transtornos mentais e transtornos relacionados a substâncias psicoativas são altamente prevalentes em todo o mundo e são causas importantes de morbidade, incapacidade e mortalidade prematura.
No entanto, os
recursos alocados pelos países para lidar com esse fardo são insuficientes,
distribuídos de forma desigual e, às vezes, usados de
forma ineficiente.
Juntos, esses fatores levaram a uma lacuna de tratamento
que, em muitos países,
ultrapassa 70%.
O estigma, a exclusão
social e a discriminação
que cercam pessoas com transtornos mentais agravam a situação.
Principais fatos
- Os
transtornos mentais aumentam o risco de outras doenças e contribuem para
lesões não intencionais e intencionais.
- A
depressão continua a ocupar a primeira posição entre os transtornos
mentais mais diagnosticados, e é duas vezes mais comum em mulheres do que
em homens. Entre 10 e 15% das mulheres nos países industrializados e 20 a
40% das mulheres nos países em desenvolvimento sofrem de depressão durante
a gravidez ou o período pós-parto.
- Transtornos
mentais e neurológicos em idosos, como a doença de Alzheimer, outras
demências e depressão, contribuem significativamente para a carga de
doenças não transmissíveis. Nas Américas, o predomínio de demência em
idosos (acima de 60 anos) varia de 6,46% a 8,48%. As projeções indicam que
o número de pessoas com esse transtorno dobrará a cada 20 anos.
- Para transtornos afetivos, de ansiedade e por uso de substâncias, graves e moderados em adultos, a diferença mediana entre pessoas com os diagnósticos e o acesso ao tratamento é de 73,5% na Região das Américas, 47,2% na América do Norte e 77,9% na América Latina e Caribe (ALC). A diferença para esquizofrenia na ALC é de 56,9%, para depressão é de 73,9% e para álcool é de 85,1%.
- A despesa pública média em saúde mental em toda a Região é de apenas 2,0% do orçamento da saúde, e mais de 60% desse dinheiro vai para hospitais psiquiátricos.
Folha informativa
Mundialmente, o gasto médio com serviços de saúde mental
é de 2,8% do gasto total destinado a saúde. Os países de baixa renda gastam
cerca de 0,5% de seu orçamento de saúde em serviços de saúde mental, e os
países de alta renda 5,1%.
Na Região das Américas, os gastos variam de 0,2% na
Bolívia a 8,6% relatados pelo Suriname.
Existe uma correlação linear direta significativa entre a
renda nacional e o gasto público destinado a saúde mental como proporção do
orçamento total da saúde.
A OMS recomenda que a alocação dos
gastos em saúde seja proporcional à carga dos problemas de saúde mental e que
haja paridade entre os aspectos físicos e mentais dos cuidados de saúde.
Em termos práticos, isto significa que os serviços de
cuidados de saúde física e mental devem ser prestados de forma integrada e que
a porcentagem da despesa atribuída aos serviços de saúde mental deve ser
proporcional à porcentagem da sua carga atribuível.
Resposta da OPAS
Em 2013, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou o Plano de
Ação Global sobre Saúde Mental 2013-2020.
Em nível regional, decidiu-se revisar o Plano de Ação em
Saúde Mental, adotado em 2009, para atualizá-lo e alinhá-lo ao Plano
Estratégico da OPAS e ao Plano de Ação Integral em Saúde Mental da OMS.
O Programa de Saúde Mental promove,
coordena e implementa atividades de cooperação técnica que visam fortalecer as
capacidades nacionais para desenvolver políticas, planos, programas e serviços,
contribuindo para a promoção da saúde mental, redução da carga de problemas de
saúde mental, prevenção de desabilidades e desenvolvimento da reabilitação.
Atualmente, a maioria ou quase todos os países da América
Latina e do Caribe estão recebendo alguma forma de cooperação técnica em saúde
mental da OPAS/OMS, seja em projetos específicos e de forma sistemática ou
pontual em resposta a exigências específicas dos governos.
Mandatos e estratégias
- CD60/9
- Estratégia para melhorar a saúde mental e a prevenção do suicídio
na Região das Américas [RESOLUÇÃO CD60.R12]
3 Setembro 2025 Saúde
Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes;
mulheres são as mais afetadas; em países de baixa renda, menos de 10% dos que
precisam, recebem atendimento; índice em países de alta renda está acima dos
50%.
Dados da Organização Mundial da Saúde, OMS, revelam que
mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais.
Houve uma alta ligeira, mas significativa, em relação à
última recolha em 2000.
Ansiedade e depressão são as condições mais prevalentes,
segundo a informação divulgada na terça-feira, em Genebra.
Menos de 10% dos afetados em países de baixa renda
recebem atendimento para o tipo de questões, em comparação com mais de metade
em nações de alta renda.
Prevalência de transtornos mentais
Os relatórios “Saúde Mental Mundial Hoje” e “Atlas da
Saúde Mental 2024” ressaltam o aumento da prevalência de transtornos mentais em
todos os países e comunidades afetando pessoas de todas as faixas etárias e
rendimentos.
O custo indireto da depressão e da ansiedade à economia
global é de cerca de US$ 1 trilhão por ano.
© UNICEF/Antti Helin
Gasto médio do governo com saúde mental permanece em
apenas 2% do orçamento total da saúde
Os autores desses estudos defendem haver alguns sinais de
progresso em termos de investimentos e ações de combate ao problema, mas que se
requer ainda mais em nível global para ampliar os serviços de saúde mental.
Para o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus,
transformar os serviços de saúde mental é um dos desafios mais urgentes da
saúde pública”.
Por isso, ele crê que investir nesse campo seja investir
em pessoas, comunidades e economias sendo que “nenhum país pode se dar ao luxo
de negligenciar".
Custos da saúde para as pessoas e famílias
O chefe da agência atribui a cada governo e a cada líder
“a responsabilidade de agir com urgência e garantir que os cuidados de saúde
mental sejam tratados não como um privilégio, mas como um direito básico de
todos.”
Transtornos mentais são a segunda maior causa de
incapacidade a longo prazo, depois de problemas na coluna vertebral, e
contribuem para a perda de uma vida de qualidade.
O chefe do Departamento de Doenças Crônicas e Saúde
Mental da OMS, Mark Van Ommeren, diz que os problemas mentais variam de acordo
com o gênero.
As mulheres aparecem como afetadas de forma
desproporcional.
O especialista disse que numa realidade em que “a
depressão e a ansiedade são, de longe, as condições de saúde mental mais
comuns, e frequentes entre as mulheres, o panorama geral é que elas têm mais
problemas de saúde mental”.
OMS/Julie Pudlowski
Custo indireto da depressão e da ansiedade à economia
global é de cerca de US$ 1 trilhão por ano
No grupo predominam casos de ansiedade, depressão e
transtornos mentais.
Já casos de Transtorno do Déficit de Atenção com
Hiperatividade e o uso de substâncias são mais comuns entre os homens.
Mortes por suicídio
Em 2021, houve 727 mil suicídios, segundo a OMS. O
problema tornou-se uma das principais causas de morte entre jovens em todos os
países e contextos socioeconômicos.
Mesmo com a meta dos Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável, ODS, de reduzir as mortes por suicídio em um terço antes de 2030,
na trajetória atual, é provável uma redução de apenas 12% seja alcançada até
esse prazo.
O gasto médio do governo com saúde mental permanece em
apenas 2% do orçamento total da saúde. Um quadro que existe desde 2017 e que
não foi alterado nem mesmo após a pandemia.
Há ainda uma grande disparidade de gastos para lidar com
o tipo de questões.
Nos países de alta renda investe-se cerca de US$ 65 por
pessoa na saúde mental. Já nas economias de baixa rendimento, o gasto médio é
de US$ 0,04.
O novo relatório global World Mental Health Day 2024 traz
percepções e desafios relacionados aos sistemas de saúde do mundo.
A Saúde Mental, que tem o seu dia mundialmente comemorado
em 10 de outubro, segue sendo a maior preocupação de saúde no mundo.
Em média global, 45% das pessoas entrevistadas nas nações
pesquisadas consideram este tema como o maior problema de saúde em seus países.
Esse número era de 27% em 2018.
A crescente conscientização e preocupação com o bem-estar
mental tem reforçado e impactado nesses resultados.
Globalmente, a maioria das pessoas tem se sentido
estressada.
Mais de três em cada cinco pessoas (62%), em média, em 31
países, afirmam ter se sentido tão estressadas que isso impactou sua vida
diária pelo menos uma vez.
Quando questionados sobre “qual o maior problema de saúde
enfrentado pelas pessoas em seu país hoje”, a saúde mental foi o maior problema
relatado no Chile com 69%, seguido da Suécia (68%) e Austrália, com 60%.
Por mais que não esteja no pódio, o Brasil é o nono país
da lista com 54% que concordam com essa afirmação.
Os países que menos concordam são o México (25%), Índia
(26%) e Japão (28%).
Cenário brasileiro
Os brasileiros que participaram da pesquisa indicaram a Saúde Mental como principal problema de saúde enfrentado no país.
Nos últimos
anos, o índice de preocupação com saúde mental aumentou.
Apenas 18% citavam a saúde mental como o principal
problema, em 2018.
O salto aconteceu durante a pandemia, quando o tema foi o
mais citado por 40% dos entrevistados em 2021, 49% em 2022 e 52% no ano
passado, atingindo um novo pico agora em 2024, com 54%.
Além disso, os brasileiros estão cada vez mais cientes do aumento do estresse
como um problema significativo.
Por isso, cerca de 77% da população já refletiu sobre a
importância de cuidar da saúde mental, um percentual bastante expressivo.
Geração Z feminina enfrenta mais estresse
A pesquisa também revelou que 46% das mulheres da
geração Z enfrentam impactos significativos em sua rotina devido ao
estresse.
Em contraste, apenas 33% dos homens dessa mesma
geração relataram sentir os efeitos do estresse em suas rotinas.
Essa diferença sugere que as mulheres podem estar lidando
com pressões sociais e emocionais de maneira mais intensa, refletindo padrões
de comportamento e expectativas de gênero que ainda persistem.
Pelo contrário, a geração "Baby Boomer",
nascida entre 1945 e 1964, apresenta números significativamente menores,
com apenas 25% das mulheres e 19% dos homens relatando impactos do estresse em
sua rotina.
Isso indica que as doenças mentais e os
desafios relacionados ao estresse afetam de maneira mais intensa as gerações
mais jovens, como a geração Z.
Os sistemas de saúde parecem priorizar
questões físicas
O público acredita que a ênfase pelos
profissionais de saúde continua no corpo físico.
41% dizem que a saúde física é tratada como mais
importante do que a saúde mental pelo sistema de saúde atual de seu país, 13%
dizem que a saúde mental é tratada como mais importante e 31% dizem que ambas
são tratadas igualmente.
A pesquisa foi conduzida entre 26 de julho e 09 de agosto
de 2024 com a participação de 23.667 adultos entre 18 e 74 anos de 31 países.
Para países como Brasil, Chile, Colômbia e
outros, a amostra representou uma parcela mais urbana e conectada da população.
A margem de erro foi calculada com base no intervalo de
credibilidade da Ipsos, com uma precisão de +/-3,5 pontos percentuais para
amostras de 1.000 e +/-5,0 pontos percentuais para amostras de 500.
As demarcações de gerações são baseadas em contextos
históricos e culturais, e, embora possam variar ligeiramente dependendo da
fonte, um consenso comum é usado por sociólogos e pesquisadores. As idades
abaixo são aproximadas para o ano de 2025.
Classificação e Idades das Gerações
|
Geração |
Período de Nascimento |
Idade Média em 2025 |
|
Baby Boomers |
1946–1964 |
61 a 79 anos |
|
Geração X |
1965–1980 |
45 a 60 anos |
|
Geração Y (Millennials) |
1981–1996 |
29 a 44 anos |
|
Geração Z |
1997–2012 |
13 a 28 anos |
|
Geração Alpha |
2013–meados dos 2020s |
0 a 12 anos |
|
Geração Beta |
Meados dos 2020s em diante |
Nascendo |
Detalhes sobre cada geração
- Baby
Boomers: Nascidos no período pós-Segunda
Guerra Mundial, marcado por um "boom" na taxa de natalidade e
otimismo econômico. Valorizam a estabilidade e o trabalho a longo prazo.
- Geração
X: Conhecidos como a geração "chave na
porta" (cresceram muitas vezes sem supervisão direta dos pais que
trabalhavam fora), são vistos como adaptáveis e o elo entre o analógico e
o digital.
- Geração
Y (Millennials): A primeira geração a crescer com a
internet e a tecnologia digital. Têm foco em propósito no trabalho e
equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
- Geração
Z: Nativos digitais, cresceram com acesso ubíquo
à informação e mídias sociais. São pragmáticos e valorizam a diversidade e
a autenticidade.
- Geração
Alpha: Filhos, em sua maioria, dos
Millennials. Serão a geração mais conectada e tecnologicamente integrada
até o momento.
- Geração
Beta: A geração mais recente, que está começando a
nascer a partir de 2025.
Mitos e verdades sobre saúde mental, inteligência emocional e desenvolvimento humano revelam pensamentos comuns que podem atrapalhar o cuidado preventivo e o aprendizado contínuo nessas áreas.
Esses equívocos frequentemente surgem de estigmas culturais, mas fontes especializadas em psicologia desmentem-nos com evidências práticas.
A seguir, organize os principais por tema.
Saúde Mental
Mito: Saúde mental só precisa de atenção em crises graves. Verdade: O cuidado é preventivo e diário, como autocuidado para evitar o esgotamento.
Mito: Pedir ajuda psicológica indica fraqueza. Verdade: Buscar terapia demonstra força e autoconsciência, útil para todos, não só transtornos graves.
Mito: Autocuidado é egoísmo. Verdade: Priorizar necessidades emocionais, melhorar o desempenho e relacionamentos.
Inteligência Emocional
Mito: Significa reprimir ou ignorar emoções negativas. Verdade: Envolver confiança, avaliar e gerenciar emoções como oportunidades de aprendizado.
Mito: É inata e não pode ser desenvolvido. Verdade: Pode ser cultivado com práticas como mindfulness e feedback contínuo.
Mito: Exige ser sempre positivo ou emotivo excessivo. Verdade: Trata-se de resiliência para lidar com adversidades sem descontrole.
Desenvolvimento Humano
Mito: O cérebro está totalmente formado aos 18 anos. Verdade: Continua se desenvolvendo na idade adulta, especialmente o córtex pré-frontal para decisões.
Mito: Aprendizagem depende de novas células cerebrais. Verdade: Ocorre por mudanças nas conexões entre células existentes.
Mito: Cérebros de meninos e meninas são anatomicamente diferentes. Verdade: Não há diferenças inatas; variações vêm de experiências e aprendizados.
Exercícios práticos ajudam a desenvolver inteligência emocional por meio de autoconsciência, regulação emocional, motivação, empatia e habilidades sociais.
Essas práticas, baseadas em abordagens como as de Daniel Goleman, podem ser incorporadas à rotina diária para resultados visíveis nas semanas.
Elas são ideais para psicoeducadores criando conteúdo para pais e educadores.
Autoconsciência
Mantenha um diário emocional: anote três emoções do dia, gatilhos e respostas, refletindo padrões para maior clareza emocional.
Use uma roda das emoções: identifique sentimentos precisos em uma escala visual, expandindo o vocabulário afetivo.
Regulação Emocional
Pratique mindfulness diário: respire por 5 minutos focando no presente, notando pensamentos sem julgamento para reduzir o estresse.
Desafio de autorregulação: em situações tensas, pausar, respirar fundo e escolher uma resposta calma em vez de reativa.
Empatia e Habilidades Sociais
Exercício de perspectiva: em conversas, pergunte "Como a outra pessoa se sente?" e valide emoções com escuta ativa.
Feedback construtivo: peça a colegas opiniões sobre sua gestão emocional e ajuste com base nelas.
Forças e Fraquezas
Data:_____________
As
minhas 10 principais forças:
|
1 |
6 |
|
2 |
7 |
|
3 |
8 |
|
4 |
9 |
|
5 |
10 |
As
minhas 10 principais fraquezas
|
1 |
6 |
|
2 |
7 |
|
3 |
8 |
|
4 |
9 |
|
5 |
10 |
Umas das minhas fraquezas que agora é força:
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Uma fraqueza que gostaria de transformar em
força é:
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Exercício prático NR1 para
profissionais: Matriz de Identificação de Riscos Psicossociais.
Com base no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)
da NR-1, este exercício capacita equipes a mapear e mitigar riscos mentais como
estresse e burnout, obrigatório desde 2025.
Passo a Passo
- Identificação (15 min): Liste perigos no
ambiente (ex.: prazos apertados, sobrecarga). Use o brainstorming em
grupo.
- Avaliação (20 min): Classifique
probabilidade (baixa/média/alta) e gravidade (leve/grave/crítica).
Calcular risco: Probabilidade x Gravidade.
- Matriz (10 min): Preencha tabela
simples:
|
Risco |
Probabilidade |
Gravidade |
Nível |
Medida |
|
Sobrecarga |
Alta |
Cova |
Alto |
Rotação de tarefas |
|
Conflitos |
Mídia |
Mídia |
Médio |
Treinamento empatia |
- Plano
de Ação (15 min): Defina responsáveis, prazos e monitoramento (ex.:
auditorias mensais).
- Aplicação: Integra
ao PGR da empresa; repita trimestralmente.
Ideal para psicoeducadores treinarem educadores,
promovendo conformidade NR-1 e bem-estar.
PGR significa "Programa
de Gerenciamento de Riscos". Trata-se de um conjunto de medidas e
procedimentos adotados pelas empresas para identificar, avaliar e controlar
riscos ocupacionais, visando garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores.
O PGR é obrigatório segundo a Norma
Regulamentadora NR-1 e deve ser atualizado periodicamente para assegurar
sua efetividade.
Exercício
de Autoavaliação: PGR e NR-1
Este exercício tem como objetivo promover a reflexão
sobre a implementação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e a
conformidade com a Norma Regulamentadora NR-1 no seu ambiente de trabalho.
Responda às questões abaixo com sinceridade e utilize
suas respostas para identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria.
1. Você conhece os principais riscos ocupacionais presentes na sua função? Cite pelo menos três exemplos.
2. A empresa possui um PGR atualizado e de fácil acesso para consulta dos colaboradores? Onde ele está disponível?
3. Com que frequência você participa de treinamentos relacionados à NR-1 e à prevenção de riscos?
4. Quais medidas de controle de riscos são adotadas em sua rotina? Elas são suficientes?
5. Você sente que sua saúde e segurança são prioridades para a empresa? Justifique sua resposta.
6.
O PGR é revisado e comunicado aos
trabalhadores periodicamente? Como isso acontece?
7.
Em caso de identificação de novos riscos ou
situações inseguras, você sabe qual procedimento seguir?
8.
Quais sugestões você daria para aprimorar a
gestão dos riscos e o cumprimento da NR-1 em sua área?
Após responder, compartilhe suas respostas com seu gestor
ou equipe de segurança do trabalho para fomentar melhorias e fortalecer a
cultura de prevenção na empresa.
Exercício de Autoavaliação: Saúde Mental e Emocional no
Trabalho (NR-1 e PGR)
Avalie cada afirmação abaixo de 0 a 5, sendo
0 = Discordo totalmente e
5 = Concordo totalmente.
Reflita com sinceridade sobre sua vivência, considerando
aspectos de autoconhecimento e autoresponsabilidade.
Ao final, identifique pontos fortes e oportunidades de
melhoria em relação à sua saúde mental e emocional no contexto de trabalho.
1.
Consigo reconhecer meus principais fatores de
estresse no ambiente de trabalho.
0 1 2 3 4 5
2.
Sei identificar quando minha saúde mental e
emocional está sendo impactada negativamente pelo trabalho.
0 1 2 3 4 5
3.
Tenho clareza sobre os canais e procedimentos
para buscar apoio ou relatar situações de risco psicossocial na empresa.
0 1 2 3 4 5
4.
Participo ativamente de ações e treinamentos
voltados à prevenção de riscos ocupacionais (NR-1/PGR), incluindo temas de
saúde mental.
0 1 2 3 4 5
5.
Sinto-me responsável pelo cuidado com minha
saúde mental e adoto medidas de autocuidado no dia a dia.
0 1 2 3 4 5
6.
Percebo abertura da empresa para discutir
questões emocionais e propor melhorias no ambiente de trabalho.
0 1 2 3 4 5
Reflexão: Após pontuar cada
item, some sua pontuação total.
Pontuações mais altas indicam maior autoconhecimento,
autoresponsabilidade e alinhamento às diretrizes de saúde mental previstas na
NR-1 e no PGR.
Reflita sobre itens com notas baixas: Quais ações você
pode tomar para evoluir?
Compartilhe suas percepções com seu gestor ou equipe de
segurança do trabalho para fortalecer a cultura de prevenção e cuidado
coletivo.
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Kátia Barbosa Rumbelsperger, Psicoeducadora
Contato: (21)96885-8565
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Sou formada em Pedagogia, com especialização nas séries iniciais e fundamentais, além de possuir um vasto conhecimento em administração. Minha paixão pela educação e pelo apoio ao desenvolvimento integral das pessoas me levou a diversas formações e atuações no campo da psicologia, psicanálise e terapias holísticas.
Minhas Formações
Pedagogia: Séries Iniciais, Fundamentos e Administração
Psicopedagogia: Clínica e Institucional
Psicanálise: Clínica
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Psicoterapia: Holística e Sistêmica
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Bacharel em Educação Cristã
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Especialista no Ensino de Jovens e Adultos (EJA)
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Instituto Katia Rumbelsperger 360 Graus (IKR)
No Instituto Katia Rumbelsperger 360 Graus (IKR), utilizamos o Método DNA (Desenvolvimento Natural do Autoconhecimento), que tem como objetivo promover o crescimento pessoal e o autoconhecimento através de abordagens integradas e inovadoras. O IKR é uma referência em desenvolvimento humano e oferece uma variedade de programas e treinamentos focados em melhorar a qualidade de vida e o bem-estar emocional.
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